Estudos e Publicações
Aqui você encontra pesquisas desenvolvidas durante o meu mestrado e doutorado. Esses estudos inspiram as minhas práticas de fisioterapia, baseadas na evidência científica.
Conhecimento que se transforma em cuidado.
PESQUISA INTERNACIONAL E PRÁTICA CLÍNICA: COMO O INTERCÂMBIO NOS EUA AMPLIOU MINHA VISÃO DA REABILITAÇÃO
Durante meu Doutorado Sanduíche na Georgia State University (Estados Unidos), desenvolvi um período de formação internacional voltado à pesquisa, inovação e tecnologias aplicadas à Fisioterapia e à Reabilitação.
Ao longo dessa experiência, participei de laboratórios de pesquisa, acompanhei centros de referência em reabilitação neurológica, vivenciei diferentes modelos de cuidado e colaborei em projetos científicos internacionais.
Esse período ampliou minha visão sobre uma reabilitação baseada em evidências e inovação tecnológica. Esses princípios fazem parte da minha prática clínica e dos projetos que desenvolvo.
CUIDADO INTEGRADO PARA PARKINSON NO SUS: UMA PROPOSTA BASEADA NO RISCO DE QUEDAS
Você sabia que pessoas com Parkinson têm alto risco de quedas, e isso pode impactar na qualidade de vida e aumentar custos no sistema de saúde?
Durante o mestrado, desenvolvi um fluxograma de encaminhamento para profissionais da Atenção Primária à Saúde (APS) no Brasil. Esse fluxograma auxilia na identificação do risco de quedas em pessoas com Parkinson e orienta o encaminhamento adequado para serviços especializados, promovendo um cuidado mais seguro e eficaz.
O desenvolvimento desse fluxograma envolveu:
1️⃣ Revisão da literatura sobre quedas e Parkinson;
2️⃣ Entrevistas com profissionais da APS em Florianópolis;
3️⃣ Construção de um protocolo prático, adaptado ao SUS.
EMPOWER-PD: FISIOTERAPIA CENTRADA NO INDIVÍDUO COM PARKINSON
Um estudo que propôs um novo olhar para a fisioterapia em pessoas com Parkinson: mais humana, motivadora e personalizada.
O EMPOWER-PD é um programa baseado nas preferências individuais, com o objetivo de fortalecer a autonomia e aumentar a motivação. Diferente da fisioterapia convencional, que foca apenas na decisão do profissional, este protocolo coloca a pessoa no centro do cuidado, respeitando suas escolhas e limites.
Esse estudo avaliou a viabilidade e os efeitos preliminares desse modelo inovador, com resultados importantes para o futuro da reabilitação no Parkinson.
DA UNIVERSIDADE PARA O MUNDO: COMO A CIÊNCIA INSPIROU A CRIAÇÃO DA REDE ENTRELACE
Acredito que a melhor prática clínica nasce da união entre ciência e cuidado.
Durante meu doutorado na UFCSPA, participei do desenvolvimento de um estudo internacional sobre telereabilitação para pessoas com doença de Parkinson, investigando como programas online podem promover saúde física, emocional e qualidade de vida.
Essa experiência moldou minha forma de cuidar e reforçou meu compromisso com uma fisioterapia baseada em evidências e com a inovação em saúde.
Hoje, esses princípios também fazem parte da Rede Entrelace, um projeto criado para ampliar o acesso à reabilitação especializada por meio da telereabilitação. (www.redeentrelace.com)
COMO A CIÊNCIA CONFIRMOU O POTENCIAL DA TELERREABILITAÇÃO
Durante meu doutorado, participei de um ensaio clínico randomizado que investigou a viabilidade de programas online de reabilitação para pessoas com doença de Parkinson.
A pesquisa demonstrou que tanto a dança terapêutica quanto os exercícios multimodais realizados à distância são estratégias seguras, viáveis e bem aceitas pelos participantes, fortalecendo as evidências sobre a telereabilitação como uma alternativa eficaz ao cuidado presencial.




